Coloque um V em sua foto! .: maio 2009

sexta-feira, 22 de maio de 2009

"Mais um dia insiste em nascer pra ver deitar o novo.
Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada,
Toda bossa é nova e você não liga se é usada,
Todo carnaval tem seu fim... todo carnaval tem seu fim
E é o fim, é o fim!!!
Deixa eu brincar de ser feliz? Deixa eu pintar o meu nariz.

[...]

Pra que mudar!?!"

- Los Hermanos; Todo carnaval tem seu fim

terça-feira, 19 de maio de 2009

"A girl with kaleidoscope eyes
Look for the girl with the sun in her eyes
And she´s gone". ;~
[Lucy in the sky with diamonds - The Beatles]

ela se foi, antes mesmo que eu pudesse dizer e fazer as coisas do fundo do meu coração.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Sempre sei

Eu sempre sei como você vai agir diante das situações, sempre sei o que vai dizer, ou o que vai {deixar de} fazer, sei os lugares que vai, com quem anda, as bebidas que gosta... sei quando quer fumar, reconheço cada ângulo do seu olhar, cada jeito de me tocar, cada cara que se expande no seu rosto cálido, te conheço como conheço a mim mesma.
Mas não, não pense que isso é bom, ou que temos cumplicidade e afinidade incomuns, nós dois sabemos que não é bem assim. Estamos errando, mais e mais a cada dia; Estamos deixando as coisas voltarem ao ponto final;
Eu sei simplesmente porque sei.
Na verdade eu sempre sei. E sei porque seus atos e gestos são mecanicamente articulados, porque você já veio assim de fábrica e não quer mudar por mim.
Sou essa metamorfose, e você aí, estagnado.

é pra pensar.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Estou lutando diariamente, pra que não acabe de repente
Esses instantes
de (in)felicidade (in)constante.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O fim da linha.

Descobrir a liberdade não veio como uma pluma o vento, nem mesmo como uma brisa da manhã leve e quase imperceptível; ela veio com juros, altos e inexplicados e cá está a conta em minhas mãos e lá vou eu paga-la. Eu devia desconfiar que não seria fácil, que eu teria que me adaptar, mas não pensei que fosse em tão pouco tempo, pensei que haveriam acréscimos, empréstimos, mas não; me enganei mais uma vez.
A liberdade a que me refiro é a de estar sozinho, lembra-se? A liberdade de manter-se remoto a qualquer percepção alheia, seja ela de gosto ou desgosto;
Declarar-me livre acarretou tremores, insônia, falta de apetite, vontade de sumir, sensação de fraqueza quase incontrolável e impotência diante dos fatos da minha vida; Tudo isso junto a uma doce solidão e um amargo desespero fazendo de mim um misto de plenitude e alienação.
Mas o que posso fazer? Nesse momento minhas mãos estão atadas, meu corpo não me obedece, e meu cérebro parou, só funcionam as lembranças, as ruins, é claro.
Ver as realizações dos que vivem ao meu redor, não me afeta em nada. Sou indiferente a eles. Talvez você chame isso de egoísmo, mas eu sei que não é. Trata-se de amor-próprio.


Logo agora, cá estou eu, sozinha! Bem aqui, sentada, com as pernas e braços cruzados em frente ao fim da linha.

sábado, 2 de maio de 2009

eerf;

Um desejo incontrolável, uma forma de feitiço, vontade desenfreada, impulso talvez. Não sei o que me faz ainda procurar e remexer feridas que eu sei e vejo, já estão curadas, mas eu insisto, quero vê-las sangrar, quero sentir a dor, dar sentido a esses tremores mentais que estão aqui.
Isso, junto a uma predisposição ao perigo, aliado a infindável ânsia de querer me arriscar e gozar dos riscos de ser livre. E hoje eu sei, ser livre é estar sozinho e alheio a tudo e todos. Não mais ter que depender de nenhum tipo de sentimento - seja bom ou mal - de ninguém além de si mesmo. Não me refiro a ser uma pessoa só, me refiro a estar momentânea e propositalmente sozinho;
falo de ser livre, melhor ainda, de estar liberto;