Sabe, às vezes me falta léxico pra expressar as coisas que eu sinto, ou que eu penso; então, ao tentar descrever as sensações, os sentimentos, as verdades guardadas, acabo em grande parte das vezes me equivocando, ou causando uma interpretação equivocada do 'receptor' da mensagem. Tudo bem, né? Há quem diga que as coisas estão aí, pra serem entendidas e interpretadas por cada um de um jeito, afinal, cada um sente as coisas à sua maneira; mas gostaria sim, não nego, de me fazer entender por meio das palavras {ditas.}.
É meio como um nó na garganta, um frio no fundo do estômago, que vai subindo e congela o coração; estranho demais.
Ter que encarar as conseqüências das coisas que eu faço, que eu fiz, e acredite, das coisas que eu ainda vou fazer, tem sido no mínimo sofrível. Mas é um sofrimento controlado, silencioso, que vez ou outra desemboca-se em lágrimas, ou vontades repentinas de gritar, ou gargalhadas inexplicáveis e inexplicadas, sei lá, não falar coisa com coisa, e a TPM, a carência, a alergia a chocolate, essa vontade que eu tenho {e que nunca me abandona} de abraçar o mundo. Beber num gole só. Conclusões precipitadas, saca? Conseqüentemente, aflição desnecessária, na maioria das vezes. E porra, nada pior que se sentir{ou ser chamado de} precipitado.
O fato, é que eu tenho visto muitas coisas acontecendo, e essa minha mania de vidente, me cansa. Parece que tudo se encaixa, tudo se completa, mas não, isso é lenda. Invenção;
O fato é que quando tenho que mostrar a solidariedade que eu tanto prego, eu falho.
Mas eu ando tão serena, ponderada... crescendo, acho. Aprendendo a ter paciência, a saber esperar quando é pra esperar, e fazer acontecer quando o momento implica isso.
Acho que esse ano de merda, serviu pra isso. E é o que me deixa mais puta: eu demorei doze meses pra descobrir que eu só tinha que amadurecer;
era só.
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