Hoje eu descobri que falo alto demais.
Então não vou mais falar, pra não incomodar a vizinhança. ;~
Descobri também que distorço informações, então resolvi não dar ouvidos mais a nada, pra não incomodar o interlocutor.
E minhas músicas são depressivas, e talvez eu seja triste demais;
foda-se, então.
sábado, 25 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
"Acendo um cigarro e o vicio é tudo o que você deixou pra mim.
Você virou fumaça no meu peito, nicotina entre os dedos, minha marca preferida
Vou fumar você!
Enquanto o fogo queima nos meus olhos
Toda dor tem seu prazer
Respiro mais fumaça do que antes
Pra me lembrar de você vou morrendo devagar e ficando em cinzas.
Meu corpo todo pede o seu calor; mais um trago para me aquecer
Por tempo ainda resta a minha voz, e eu pretendo lhe dizer:
Que vou ter que lhe deixar pra ter ar nos meus pulmões...
Eu preciso lhe apagar de mim."
• China - Câncer
É, eu não parei.
Você virou fumaça no meu peito, nicotina entre os dedos, minha marca preferida
Vou fumar você!
Enquanto o fogo queima nos meus olhos
Toda dor tem seu prazer
Respiro mais fumaça do que antes
Pra me lembrar de você vou morrendo devagar e ficando em cinzas.
Meu corpo todo pede o seu calor; mais um trago para me aquecer
Por tempo ainda resta a minha voz, e eu pretendo lhe dizer:
Que vou ter que lhe deixar pra ter ar nos meus pulmões...
Eu preciso lhe apagar de mim."
• China - Câncer
É, eu não parei.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
vigie-me.
A vigilância é mais que necessária por aqui, eu diria até essencial, ou mais ainda, vital.
Ainda que você esteja pouco se fudendo pra mim, eu ainda me preocupo, e quero seu bem acima de qualquer outra coisa.
Apesar de você preferir viver pelo trabalho, eu -mais que nunca - vivo por você.
Ainda que você esteja pouco se fudendo pra mim, eu ainda me preocupo, e quero seu bem acima de qualquer outra coisa.
Apesar de você preferir viver pelo trabalho, eu -mais que nunca - vivo por você.
sábado, 18 de abril de 2009
alívio.
Avisei pra que não me deixassem ver, pra que me iludissem com as mentiras mais sórdidas e inconsequëntes, pra talvez assim, eu me livrar dos tais fantasmas que me assombram. Mas foi inútil, foi em vão...
Deixaram que eu visse e que eu entrasse em contato total com a realidade que me afeta e machuca.
Disfarçada pelas minhas mãos e banhada por minhas lágrimas, essa tal realidade me queima e me arranha fazendo assim com que eu sinta um inusitado e imediato alívio.
Deixaram que eu visse e que eu entrasse em contato total com a realidade que me afeta e machuca.
Disfarçada pelas minhas mãos e banhada por minhas lágrimas, essa tal realidade me queima e me arranha fazendo assim com que eu sinta um inusitado e imediato alívio.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Go VEGetariAN :)
O primeiro projeto de lei do Senado de 2009 foi apresentado na última sexta-feira (6) pelo senador Expedito Júnior (PR-RO) - visite o site dele E-mail: expedito.junior@senador.gov.br - e prevê a ampliação dos direitos dos consumidores. De acordo com o texto, os fabricantes de produtos alimentícios e de peças de vestuário ficam obrigados a identificar, em embalagens ou etiquetas, os componentes de origem animal utilizados na confecção dos produtos.
Expedito Júnior pondera, na justificação do projeto (PLS 01/09), que a legislação em vigor preocupa-se “apenas com aspectos relevantes do ponto de vista nutricional e sanitário” dos produtos, deixando de fora o detalhamento sobre itens que podem afetar a decisão dos consumidores.
Ele cita o caso dos adeptos do veganismo, que defendem, entre os seus princípios, o não consumo de produtos (roupas e alimentos) que tenham sido elaborados com matéria-prima de origem animal ou que tenham sido testados em animais. Os veganos não consomem, por exemplo, carne, peixe, mel e ovos ou produtos feitos com peles, couro, lã ou seda.
De acordo com o senador, para que esses e todos os demais consumidores brasileiros possam exercer seu direito de escolha, é necessário que tenham a informação completa sobre a composição dos produtos. Para tanto, a proposta apresentada pelo parlamentar altera o artigo sexto do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) para incluir, no rol de direitos dos consumidores, “a informação, em rótulo ou etiqueta, sobre a existência de componentes de origem animal em alimentos e roupas”.
acho válido!
Expedito Júnior pondera, na justificação do projeto (PLS 01/09), que a legislação em vigor preocupa-se “apenas com aspectos relevantes do ponto de vista nutricional e sanitário” dos produtos, deixando de fora o detalhamento sobre itens que podem afetar a decisão dos consumidores.
Ele cita o caso dos adeptos do veganismo, que defendem, entre os seus princípios, o não consumo de produtos (roupas e alimentos) que tenham sido elaborados com matéria-prima de origem animal ou que tenham sido testados em animais. Os veganos não consomem, por exemplo, carne, peixe, mel e ovos ou produtos feitos com peles, couro, lã ou seda.
De acordo com o senador, para que esses e todos os demais consumidores brasileiros possam exercer seu direito de escolha, é necessário que tenham a informação completa sobre a composição dos produtos. Para tanto, a proposta apresentada pelo parlamentar altera o artigo sexto do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) para incluir, no rol de direitos dos consumidores, “a informação, em rótulo ou etiqueta, sobre a existência de componentes de origem animal em alimentos e roupas”.
acho válido!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Eu ainda sei sorrir, e cantar.
Mas isso não vai me impedir, de me perpetuar;
Da forma mais verdadeira, vou fazer com que seja eterna
Mesmo não tendo mais a força que tinha antes na mente e nas pernas.
Cansa.
É por isso que me decidi
- Descansa...
é o que as vozes estão a me fazer ouvir
A vida me tirou pra dança
Mais bonita que já vi:
Dança da morte, tão sutil e sorrateira
Dança da sorte, de quem nunca viu a felicidade verdadeira
Pensei que fosse forte, pra enfrentar essas barreiras
Cortes... - vida derradeira.
me sinto com 15 anos.
Mas isso não vai me impedir, de me perpetuar;
Da forma mais verdadeira, vou fazer com que seja eterna
Mesmo não tendo mais a força que tinha antes na mente e nas pernas.
Cansa.
É por isso que me decidi
- Descansa...
é o que as vozes estão a me fazer ouvir
A vida me tirou pra dança
Mais bonita que já vi:
Dança da morte, tão sutil e sorrateira
Dança da sorte, de quem nunca viu a felicidade verdadeira
Pensei que fosse forte, pra enfrentar essas barreiras
Cortes... - vida derradeira.
me sinto com 15 anos.
Talvez optar por não dizer, seja a forma mais fácil de ser dito; Alguém há de perceber que dói, e que sangra, e que a cada vez que se toca, que se fala nisso, uma onda de tristeza maior invade minha alma.
Talvez chorar pra aliviar não funcione mais, talvez essas lágrimas não impressionem tanto quanto antes, você não é mais o mesmo, que me convencia de que tudo ficaria bem enfim. Hoje, é quem me condena, e aponta meus erros, erros esses que eu já tenho tanto conhecimento que não seria necessário lembrar-me, não esses; Se é pra apontar, que aponte erros novos, erros que eu desconheço, erros que talvez eu nem tenha cometido, mas não faça mais isso, não tente acalmar a minha dor com meus defeitos, com meus erros cometidos, são eles afinal a causa disso tudo.
Suas lágrimas pesam mais que as minhas, inundam meu espírito de angústia e aumentam a inquietude desse coração que bate cada vez mais lento. Peço que não chore; não chore comigo, não chore por mim, nem com as perdas, nem por saudade ou dor, você é forte, é bem maior que qualquer coisa que possa te fazer chorar; E se acaso não der pra conter as lágrimas, deixe que elas caiam com verdade, e não tenha medo nem vergonha de sentir dor, de se assumir magoado ou incapaz, essa é a condição em que me encontro, e talvez, seja por isso que optei pelo silêncio, pra que não tenha pena, pra que não tome pra si as minhas dores.
O caso é que tem que me deixar aqui, com meus dilemas, minhas angústias e medos. Vai passar, sempre passa.
RAIVA. muita raiva; e vontade de sumir, não mais te incomodar com nada.
Anseio de simplesmente parar por aqui. Seja como for.
Talvez chorar pra aliviar não funcione mais, talvez essas lágrimas não impressionem tanto quanto antes, você não é mais o mesmo, que me convencia de que tudo ficaria bem enfim. Hoje, é quem me condena, e aponta meus erros, erros esses que eu já tenho tanto conhecimento que não seria necessário lembrar-me, não esses; Se é pra apontar, que aponte erros novos, erros que eu desconheço, erros que talvez eu nem tenha cometido, mas não faça mais isso, não tente acalmar a minha dor com meus defeitos, com meus erros cometidos, são eles afinal a causa disso tudo.
Suas lágrimas pesam mais que as minhas, inundam meu espírito de angústia e aumentam a inquietude desse coração que bate cada vez mais lento. Peço que não chore; não chore comigo, não chore por mim, nem com as perdas, nem por saudade ou dor, você é forte, é bem maior que qualquer coisa que possa te fazer chorar; E se acaso não der pra conter as lágrimas, deixe que elas caiam com verdade, e não tenha medo nem vergonha de sentir dor, de se assumir magoado ou incapaz, essa é a condição em que me encontro, e talvez, seja por isso que optei pelo silêncio, pra que não tenha pena, pra que não tome pra si as minhas dores.
O caso é que tem que me deixar aqui, com meus dilemas, minhas angústias e medos. Vai passar, sempre passa.
RAIVA. muita raiva; e vontade de sumir, não mais te incomodar com nada.
Anseio de simplesmente parar por aqui. Seja como for.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Há certas coisas que tem de ser feitas:
Se um guerreiro é atingido por uma flecha, por mais que doa, ela tem que ser retirada pra que ele sobreviva.
Há certas pessoas que devem ser esquecidas.
(ou deixadas de lado por algum motivo).
Se perder no meio da selva desses sentimentos é o mínimo que poderia acontecer com alguém como eu: que não aceita as condições que a vida impõe, e que devem ser respeitadas
mas eu não sabia.
Deixei que as coisas chegassem ao ponto de não podermos mais mudar nada, ao ponto de não querer mais saber se é bom ou não pra nós, ao ponto de brincar com a vida e perder o jogo por não saber as regras.
Ao ponto final.
Pensei em fazer você feliz, talvez ser feliz também mas falhei; de novo, falhei.
E sofro. Talvez faça você sofrer também. ;~
Eu sei, não consigo mudar, mas tentei.
Dizer adeus é dor desnecessária. Vou, mas vou te amando!
A vida não acaba aqui, e nem lá, quando conseguirmos atingir seus sonhos.
As coisas acontecem e carregam circunstâncias, e elas sim, fazem o tempo... passado ou futuro.
Mas o presente é nosso e fazemos dele o que bem entendemos.
Nesse caso, uma grande confusão.
Esperar é pra quem tem tempo;
E temos.
Tenha paciência com a vida...
Texto tão antigo quanto meu amor pelo Max.
Fiz quando terminamos definitivamente pela primeira vez. Não me lembro quando, sinceramente.
Se um guerreiro é atingido por uma flecha, por mais que doa, ela tem que ser retirada pra que ele sobreviva.
Há certas pessoas que devem ser esquecidas.
(ou deixadas de lado por algum motivo).
Se perder no meio da selva desses sentimentos é o mínimo que poderia acontecer com alguém como eu: que não aceita as condições que a vida impõe, e que devem ser respeitadas
mas eu não sabia.
Deixei que as coisas chegassem ao ponto de não podermos mais mudar nada, ao ponto de não querer mais saber se é bom ou não pra nós, ao ponto de brincar com a vida e perder o jogo por não saber as regras.
Ao ponto final.
Pensei em fazer você feliz, talvez ser feliz também mas falhei; de novo, falhei.
E sofro. Talvez faça você sofrer também. ;~
Eu sei, não consigo mudar, mas tentei.
Dizer adeus é dor desnecessária. Vou, mas vou te amando!
A vida não acaba aqui, e nem lá, quando conseguirmos atingir seus sonhos.
As coisas acontecem e carregam circunstâncias, e elas sim, fazem o tempo... passado ou futuro.
Mas o presente é nosso e fazemos dele o que bem entendemos.
Nesse caso, uma grande confusão.
Esperar é pra quem tem tempo;
E temos.
Tenha paciência com a vida...
Texto tão antigo quanto meu amor pelo Max.
Fiz quando terminamos definitivamente pela primeira vez. Não me lembro quando, sinceramente.
fragmentos meus, retirados do meu fotolog.
"Um sorriso nada forçado pra expressar a alegria articulada e montada aos pouquinhos que me toma.
Mas não vou desmerece-la por ter vindo assim, (in)fluindo."
"Nada me perturba além de uma inquietação discreta que ainda não me deixa dormir.
Tô bem, muito bem."
"eu descobri que pra mim, me sentir bem é sinônimo de poupar-me;"
"deixando que as músicas falem por mim. me limitando a isso, sim."
"É como se eu trouxesse pra você as lágrimas que nunca rolam. Aquelas que se segura pra não causar má impressão; ou ainda por vergonha, pra se fazer de durão. E essas, meu amigo, as lágrimas que nunca caem, ficam dentro de você; acumuladas, apodrecendo as coisas boas que demorastes tanto a cultivar...
Eu me sinto te tirando os sonhos, os sorrisos;
como se você perdesse tempo em vão. Te atrasando, interrompendo um fluxo, trazendo pro seu mundo as piores vibrações. {sim, eu acredito em vibrações}
Eu me sinto te amando; tanto... e chega a fazer mal.
Como se tirasse de você a energia boa que me cativou e trazendo cinza(s) pra todas as cores novas que você me apresentou."
"minha cabeça dói.
mas eu não sei se é ressaca ou (in)consciência;"
"ninguém vai entender, e a intenção também nem é explicar... trata-se apenas da exposíçao de umas idéias (loucas) que rondam meu (in/sub)consciente.
Sinto-me no meio, como fosse o centro das atenções, rodeado por pessoas de todos os 'tipos', de todas as tribos, de gostos distintos e (dis)sabores diversos... Como se cada um, a seu modo, com as mãos estendidas quisesse me puxar pra si, cada um quisesse a melhor parte de mim; Sinto-me cercada. Mas ainda estou imóvel, observando, talvez estudando a melhor saída, afinal ficar inerte às possibilidades não faz mais minha cabeça, não poderia deixar de ver que estão a procura de mim.
Não é de tudo ruim, na verdade chego a deleitar desse momento; porém chegará a hora em que alguém com uma força maior vai me levar, e isso fará com que todas as outras pessoas do círculo sofram em demasia, inclusive eu. Ainda que eu escolha o que mais me atrai, o que mais me alegra, o que mais desejo... pode ser que não seja o que é exatamente melhor pra mim, e escolhas erradas... putz, já as fiz em excesso, meio que cansei. Quero acertos, alvos, respostas. Quero alívio, sono tranquilo, flutuar e me sentir entregue. Mas entregue a quem? Ao que? Por quê?
São essas, as perguntas que me deixam ainda parada, homeopaticamente amedrontada e ansiosa, muito ansiosa. Seria bom que cada um que está ao meu redor, me abordasse com um intuito na cabeça e um agrado na mão, mas há quem nem se importe em perder, e esses são, de fato, os que mais me chamam atenção... Mulher de malandro, coração de joão-bobo, pamonha... tudo isso e mais uma pitada leve de romantismo excessivo pra acabar de fuder tudo."
"Alguém me disse essa semana, que não devemos idealizar a nossa vida toda em uma pessoa, a menos que ela seja nós mesmos. Fazer planos fulano, contar com sicrano, apoiar-se em beltrano só vai te magoar, só vai te decepcionar, porque as pessoas sempre vão embora. Ás vezes, até sem querer, mas vão. Portanto, pense, faça, planeje e crie por ninguém além de você mesmo, porque no fim, é só com isso que você vai poder contar.
Triste, né? Mas fez muito sentido pra mim."
"Alguém por favor, rebobina e paralisa a minha vida na época em que esse sorriso da foto não era tão forjado, não precisava ser forçado e era sincero, e constante?
Às vezes a gente acha que a vida é fácil, mas cada um carrega a sua cruz, e eu vejo isso tão nítido que às vezes chega a me dar náusea; porque se não bastasse a minha, ainda insisto em pegar pra mim as infelicidades alheias, as dores, as fraquezas... e absorvo. E me afundo num buraco cada vez mais fundo, que antes, tinha uma mola propulsora que me jogava pra cima, na marra, mas agora nem isso mais. Eu tô aqui, relutando em cair, porque eu sei que se eu andar mais rápido que as minhas pernas possam conseguir, eu vou cair e cair feio, e não vai ter mola que me segure. Infelizmente, eu sou assim: com fortes tendências ao fracasso e frágil a ponto de coisas mínimas que talvez pra você não faça a menor diferença, causarem em mim queimaduras {sim queimaduras enormes} no coração.
me dá um maço de cigarro, uma garrafa de tequila e wathever...
aos que se importam, eu tô bem. mas é dia sim, dia não... dia não, dia não, dia sim.
devagar vai melhorar, só que tá meio devagar demais. por mais que eu tente não me importar, as coisas tão aí, acontecendo, e eu aqui, inerte. é isso que é foda."
"Talvez eu morra me perguntando onde foi que eu errei ou o que foi que eu fiz de mal pro mundo pra que essa maré terrível não baixe.
Eu já tentei ir levando, conforme a correnteza; já tentei fingir que nada aconteceu, e até mesmo tentei "contornar a situação"... mas cara, definitivamente não dá!
Insistentes e incansáveis, os males do mundo não param de me perseguir e sei lá, eles meio que venceram.
Desde sempre, literalmente, só querem me fuder e quem me conhece bem sabe, que alguns deles conseguiram.
Merda de vida!
Bela merda de ser humano eu me tornei: idiota, trouxa, feia (de todo jeito), com medo de tudo e amarga.
Apática, inerte.
Não saber mais o que fazer é o dilema que me toma, e talvez não fazer nada seja a melhor das atitudes."
"A gente vai vivendo e descobrindo que as pequenas coisas são realmente as mais importantes.. os clichês e as normalidades cotidianas quando não utilizados fazem falta. É preciso dar valor a cada minuto vivido; é necessário sorrir sinceramente, abraçar com sentimentos puros e sentir mesmo a vibe boa que amar.
Não somente amor romântico, mas amor na sua forma mais pura, mais singela... Ame, apenas.
ame pessoas, lugares, coisas, sensações...
Permita-se amar. Esse é o canal!"
"pensar em se acostumar com situações ruins parece um tanto mazoquista, afinal porque se acostumar com o incômodo? mas a tendência é essa. e eu toco um foda-se bem grande pra tudo isso.
eu quero é mais, cara.
Aqueles ditados populares do tipo: "ajoelhou tem que rezar", "ta na chuva é pra se molhar" e afins, fazem todo sentido nesse caso.
Pisou na bosta malan, abre os dedos e sente a vibe. (y)
Enfim, problemas sem solução estão aí por toda parte, e ninguém morreu por isso. Tá, eu quase, mas não quero mais não. x)"
"eu tenho uns problemas, que tem soluções um tanto quanto práticas, mas que não dependem só de mim pra que se resolvam, isso tem me tirado o sono, tem me tirado do sério, e não tá nada bacana. ;~
talvez fosse mais fácil seguir o curso das coisas, no puro estilo 'go with the flow', mas às vezes é difícil deixar a vida me levar, porque os lugares desconhecidos onde eu supostamente chegue me assustam de certa forma, e eu prefiro, de verdade me manter na comodidade do que eu já sei manusear."
"Eu tô esquisita. Mas agora é meio que veredicto final, saca?
O famoso ou vai ou racha!
Pelo visto racha, tudo ta rachando.. mas eu prefiro assim, porque viver de incerteza é tão ruim..
se eu soubesse não teria escolhido o caminho da dúvida.
Cansaço mata, fato. E pra mim, ja deu um monte de coisa.. portanto se eu tiver um tanto estranha, se eu não agir como de costume, não se assuste..
Enquanto o meu mundo ta explodindo, eu to por aí, catando os retalhos coloridos do meu coração que rasgaram feito seda."
"Como se fosse fácil mudar o mundo sozinha... ;~
Aquela que não consegue mudar nem a si mesma; que reclama, fala mil coisas e disso não passa; Apenas fala; Não age.
Como pode querer mudar o TUDO, se o NADA a que ela se resume não se modifica? Nem com todas as guerras internas, nem com as porradas, nem com as marcas {e feridas} que a vida deixou... Simplesmente estagnou-se num estado de inércia total, onde o "parar" significa um mecanismo de defesa, uma forma de fugir do medo que a atormenta.
O mundo caindo, os olhos chorando, as mãos se afastando e ela lá, parada, fazendo exatamente nada.
NAAAAAADAAAA! essa é a palavra de ordem aqui.
Resume-se a isso: nada do que ela faça, nada do que ela pense, nada do que ela espere...
sozinha, ela nunca vai mudar o mundo!
Tá, agora explica isso pra ela."
"Eu tenho achado a vida tão monótona..
É estranho porque tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, e esse ritmo de loucura desenfreada é que já ta rotineiro. Eu quero deitar e dormir, sem pensar em uma caralhada de coisa que não me acrescenta nada de positivo.
Eu quero tirar a tensão das minhas costas. Eu quero ter vontade de dar gargalhadas de quinze minutos. Eu quero tirar essa cara de nojo do meu repertório de carasebocas. Quero me permitir sentir;ainda que seja o sentimento mais horrivel do mundo. Quero deixar de sentir medo, cara."
Mas não vou desmerece-la por ter vindo assim, (in)fluindo."
"Nada me perturba além de uma inquietação discreta que ainda não me deixa dormir.
Tô bem, muito bem."
"eu descobri que pra mim, me sentir bem é sinônimo de poupar-me;"
"deixando que as músicas falem por mim. me limitando a isso, sim."
"É como se eu trouxesse pra você as lágrimas que nunca rolam. Aquelas que se segura pra não causar má impressão; ou ainda por vergonha, pra se fazer de durão. E essas, meu amigo, as lágrimas que nunca caem, ficam dentro de você; acumuladas, apodrecendo as coisas boas que demorastes tanto a cultivar...
Eu me sinto te tirando os sonhos, os sorrisos;
como se você perdesse tempo em vão. Te atrasando, interrompendo um fluxo, trazendo pro seu mundo as piores vibrações. {sim, eu acredito em vibrações}
Eu me sinto te amando; tanto... e chega a fazer mal.
Como se tirasse de você a energia boa que me cativou e trazendo cinza(s) pra todas as cores novas que você me apresentou."
"minha cabeça dói.
mas eu não sei se é ressaca ou (in)consciência;"
"ninguém vai entender, e a intenção também nem é explicar... trata-se apenas da exposíçao de umas idéias (loucas) que rondam meu (in/sub)consciente.
Sinto-me no meio, como fosse o centro das atenções, rodeado por pessoas de todos os 'tipos', de todas as tribos, de gostos distintos e (dis)sabores diversos... Como se cada um, a seu modo, com as mãos estendidas quisesse me puxar pra si, cada um quisesse a melhor parte de mim; Sinto-me cercada. Mas ainda estou imóvel, observando, talvez estudando a melhor saída, afinal ficar inerte às possibilidades não faz mais minha cabeça, não poderia deixar de ver que estão a procura de mim.
Não é de tudo ruim, na verdade chego a deleitar desse momento; porém chegará a hora em que alguém com uma força maior vai me levar, e isso fará com que todas as outras pessoas do círculo sofram em demasia, inclusive eu. Ainda que eu escolha o que mais me atrai, o que mais me alegra, o que mais desejo... pode ser que não seja o que é exatamente melhor pra mim, e escolhas erradas... putz, já as fiz em excesso, meio que cansei. Quero acertos, alvos, respostas. Quero alívio, sono tranquilo, flutuar e me sentir entregue. Mas entregue a quem? Ao que? Por quê?
São essas, as perguntas que me deixam ainda parada, homeopaticamente amedrontada e ansiosa, muito ansiosa. Seria bom que cada um que está ao meu redor, me abordasse com um intuito na cabeça e um agrado na mão, mas há quem nem se importe em perder, e esses são, de fato, os que mais me chamam atenção... Mulher de malandro, coração de joão-bobo, pamonha... tudo isso e mais uma pitada leve de romantismo excessivo pra acabar de fuder tudo."
"Alguém me disse essa semana, que não devemos idealizar a nossa vida toda em uma pessoa, a menos que ela seja nós mesmos. Fazer planos fulano, contar com sicrano, apoiar-se em beltrano só vai te magoar, só vai te decepcionar, porque as pessoas sempre vão embora. Ás vezes, até sem querer, mas vão. Portanto, pense, faça, planeje e crie por ninguém além de você mesmo, porque no fim, é só com isso que você vai poder contar.
Triste, né? Mas fez muito sentido pra mim."
"Alguém por favor, rebobina e paralisa a minha vida na época em que esse sorriso da foto não era tão forjado, não precisava ser forçado e era sincero, e constante?
Às vezes a gente acha que a vida é fácil, mas cada um carrega a sua cruz, e eu vejo isso tão nítido que às vezes chega a me dar náusea; porque se não bastasse a minha, ainda insisto em pegar pra mim as infelicidades alheias, as dores, as fraquezas... e absorvo. E me afundo num buraco cada vez mais fundo, que antes, tinha uma mola propulsora que me jogava pra cima, na marra, mas agora nem isso mais. Eu tô aqui, relutando em cair, porque eu sei que se eu andar mais rápido que as minhas pernas possam conseguir, eu vou cair e cair feio, e não vai ter mola que me segure. Infelizmente, eu sou assim: com fortes tendências ao fracasso e frágil a ponto de coisas mínimas que talvez pra você não faça a menor diferença, causarem em mim queimaduras {sim queimaduras enormes} no coração.
me dá um maço de cigarro, uma garrafa de tequila e wathever...
aos que se importam, eu tô bem. mas é dia sim, dia não... dia não, dia não, dia sim.
devagar vai melhorar, só que tá meio devagar demais. por mais que eu tente não me importar, as coisas tão aí, acontecendo, e eu aqui, inerte. é isso que é foda."
"Talvez eu morra me perguntando onde foi que eu errei ou o que foi que eu fiz de mal pro mundo pra que essa maré terrível não baixe.
Eu já tentei ir levando, conforme a correnteza; já tentei fingir que nada aconteceu, e até mesmo tentei "contornar a situação"... mas cara, definitivamente não dá!
Insistentes e incansáveis, os males do mundo não param de me perseguir e sei lá, eles meio que venceram.
Desde sempre, literalmente, só querem me fuder e quem me conhece bem sabe, que alguns deles conseguiram.
Merda de vida!
Bela merda de ser humano eu me tornei: idiota, trouxa, feia (de todo jeito), com medo de tudo e amarga.
Apática, inerte.
Não saber mais o que fazer é o dilema que me toma, e talvez não fazer nada seja a melhor das atitudes."
"A gente vai vivendo e descobrindo que as pequenas coisas são realmente as mais importantes.. os clichês e as normalidades cotidianas quando não utilizados fazem falta. É preciso dar valor a cada minuto vivido; é necessário sorrir sinceramente, abraçar com sentimentos puros e sentir mesmo a vibe boa que amar.
Não somente amor romântico, mas amor na sua forma mais pura, mais singela... Ame, apenas.
ame pessoas, lugares, coisas, sensações...
Permita-se amar. Esse é o canal!"
"pensar em se acostumar com situações ruins parece um tanto mazoquista, afinal porque se acostumar com o incômodo? mas a tendência é essa. e eu toco um foda-se bem grande pra tudo isso.
eu quero é mais, cara.
Aqueles ditados populares do tipo: "ajoelhou tem que rezar", "ta na chuva é pra se molhar" e afins, fazem todo sentido nesse caso.
Pisou na bosta malan, abre os dedos e sente a vibe. (y)
Enfim, problemas sem solução estão aí por toda parte, e ninguém morreu por isso. Tá, eu quase, mas não quero mais não. x)"
"eu tenho uns problemas, que tem soluções um tanto quanto práticas, mas que não dependem só de mim pra que se resolvam, isso tem me tirado o sono, tem me tirado do sério, e não tá nada bacana. ;~
talvez fosse mais fácil seguir o curso das coisas, no puro estilo 'go with the flow', mas às vezes é difícil deixar a vida me levar, porque os lugares desconhecidos onde eu supostamente chegue me assustam de certa forma, e eu prefiro, de verdade me manter na comodidade do que eu já sei manusear."
"Eu tô esquisita. Mas agora é meio que veredicto final, saca?
O famoso ou vai ou racha!
Pelo visto racha, tudo ta rachando.. mas eu prefiro assim, porque viver de incerteza é tão ruim..
se eu soubesse não teria escolhido o caminho da dúvida.
Cansaço mata, fato. E pra mim, ja deu um monte de coisa.. portanto se eu tiver um tanto estranha, se eu não agir como de costume, não se assuste..
Enquanto o meu mundo ta explodindo, eu to por aí, catando os retalhos coloridos do meu coração que rasgaram feito seda."
"Como se fosse fácil mudar o mundo sozinha... ;~
Aquela que não consegue mudar nem a si mesma; que reclama, fala mil coisas e disso não passa; Apenas fala; Não age.
Como pode querer mudar o TUDO, se o NADA a que ela se resume não se modifica? Nem com todas as guerras internas, nem com as porradas, nem com as marcas {e feridas} que a vida deixou... Simplesmente estagnou-se num estado de inércia total, onde o "parar" significa um mecanismo de defesa, uma forma de fugir do medo que a atormenta.
O mundo caindo, os olhos chorando, as mãos se afastando e ela lá, parada, fazendo exatamente nada.
NAAAAAADAAAA! essa é a palavra de ordem aqui.
Resume-se a isso: nada do que ela faça, nada do que ela pense, nada do que ela espere...
sozinha, ela nunca vai mudar o mundo!
Tá, agora explica isso pra ela."
"Eu tenho achado a vida tão monótona..
É estranho porque tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, e esse ritmo de loucura desenfreada é que já ta rotineiro. Eu quero deitar e dormir, sem pensar em uma caralhada de coisa que não me acrescenta nada de positivo.
Eu quero tirar a tensão das minhas costas. Eu quero ter vontade de dar gargalhadas de quinze minutos. Eu quero tirar essa cara de nojo do meu repertório de carasebocas. Quero me permitir sentir;ainda que seja o sentimento mais horrivel do mundo. Quero deixar de sentir medo, cara."
definitivamente.
Repreensivelmente feliz, como se não tivesse magoado alguém há algumas horas...
É uma sensação de alívio, como se tivesse tirado um peso das costas, uma corda do pescoço, um incômodo da consciência.
E máscaras caíram, feito a chuva que prometia fazer o dia de hoje ser melhora pra mim, mais bonito talvez, cheio de cinza e de cinzas do meu coração espalhadas pelo ar, desfeitas pela água da chuva que veio carregando tudo o que vinha pela frente. Não sei não, mesmo sem ela, o dia foi sordidamente bonito. Nem o vi passar.
Irrevogavelmente triste, como se tivesse perdido um pedaço de mim...
É uma sensação de extravio, como se tivessem me roubado uma jóia de valor inestimável, e que nunca mais eu a fosse achar.
E máscaras caíram, mas revelaram um rosto tão mais compassivo, sujeito a errar, coisa que antes nunca se pensara por aqui. Não sei não, acho que vou mesmo me arrepender, chorar de saudade, ocultar muitos desejos... Nunca mais o verei voltar.
A impressão que eu tenho é de dever cumprido. De alma limpa.
Mas dói.
É uma sensação de alívio, como se tivesse tirado um peso das costas, uma corda do pescoço, um incômodo da consciência.
E máscaras caíram, feito a chuva que prometia fazer o dia de hoje ser melhora pra mim, mais bonito talvez, cheio de cinza e de cinzas do meu coração espalhadas pelo ar, desfeitas pela água da chuva que veio carregando tudo o que vinha pela frente. Não sei não, mesmo sem ela, o dia foi sordidamente bonito. Nem o vi passar.
Irrevogavelmente triste, como se tivesse perdido um pedaço de mim...
É uma sensação de extravio, como se tivessem me roubado uma jóia de valor inestimável, e que nunca mais eu a fosse achar.
E máscaras caíram, mas revelaram um rosto tão mais compassivo, sujeito a errar, coisa que antes nunca se pensara por aqui. Não sei não, acho que vou mesmo me arrepender, chorar de saudade, ocultar muitos desejos... Nunca mais o verei voltar.
A impressão que eu tenho é de dever cumprido. De alma limpa.
Mas dói.
sábado, 11 de abril de 2009
errar é {des}humano.
Creio que as pessoas estejam aptas a errar, quantas vezes forem necessárias pro seu próprio crescimento, pra que a evolução tão dita se dê por concluída.
Creio ainda que errar, ainda que pareça necessário, ainda que pareça um degrau na escada do aperfeiçoamento do caráter, seja uma forma insana de culpar alguém ou a si mesmo das burrices {a}cometidas.
Depois é só dizer um 'me desculpe' caprichado e fica tudo por isso mesmo. Aí é que se vê, que tudo o que eu disse acima cai por terra, vira fumaça.
Porra, se é pra crescer, se é pra se desenvolver como pessoa, tenha a descabida atitude de pelo menos assumir pra si que errou, tenha a maturidade de assumir as conseqüências de seus erros, e principalmente, só peça desculpas se realmente estiver arrependido.
Isso é pra mim. É um puxão de orelha que alguém tinha que me dar. E ninguém além de mim poderia faze-lo, pois sou a única que sabe a irritação incômoda que carrego por errar além da conta.
Errar é humano! Mas eu nunca me senti um deles.
Creio ainda que errar, ainda que pareça necessário, ainda que pareça um degrau na escada do aperfeiçoamento do caráter, seja uma forma insana de culpar alguém ou a si mesmo das burrices {a}cometidas.
Depois é só dizer um 'me desculpe' caprichado e fica tudo por isso mesmo. Aí é que se vê, que tudo o que eu disse acima cai por terra, vira fumaça.
Porra, se é pra crescer, se é pra se desenvolver como pessoa, tenha a descabida atitude de pelo menos assumir pra si que errou, tenha a maturidade de assumir as conseqüências de seus erros, e principalmente, só peça desculpas se realmente estiver arrependido.
Isso é pra mim. É um puxão de orelha que alguém tinha que me dar. E ninguém além de mim poderia faze-lo, pois sou a única que sabe a irritação incômoda que carrego por errar além da conta.
Errar é humano! Mas eu nunca me senti um deles.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
contodefadas.
Eu me acho no direito de simplesmente entrar na sua vida sem pedir licença, arruiná-la de todas as formas que eu puder e sair ilesa, imune e sem pedir desculpas. Quanta pretensão, quanta ambição... logo eu tão reclusa, retraída em relação a sentimentos.
Mas eu bem sei que não é isso que vai acontecer... Eu já tô preparada pra me dar muito mal, pra variar um pouco. Já sei que vou tomar decisões erradas, por medo. E sabe de uma coisa? Acho até que quem vai sair ileso é você. Sempre foi mais forte que eu, mais preparado, apesar de disfarçar bem uma inocência quase infantil.
Eu já tô me magoando, meu coração ta machucado e as feridas não param de sangrar. Não é culpa sua, nem de qualquer outra pessoa além de mim.
Sozinha, eu fiz muita gente chorar, desfiz laços, senti medo de até onde eu poderia ir com tanta confusão.
A verdade é que eu me confundo, e acabo levando muita gente comigo pra esse turbilhão de sensações, sentimentos, medos, infortúnios, mágoas e tristeza.
Concordo que cada um tem que ficar com quem se sente bem, com quem ama. Mas isso nunca vai acontecer naturalmente, nunca vai acontecer suavemente, nunca vai acontecer sem turbulências se eu for uma das pessoas envolvidas. Esse conceito de amor romântico onde o mocinho salva a mocinha e vivem felizes para sempre nunca existirá pra mim...
Nos meus contos de fadas, as mocinhas são doidonas, bebem pra caramba, se envolvem com mais de um mocinho, com outras mocinhas {e às vezes até com o vilão}, e se sentem bem assim; superficialmente bem.
O problema está em querer que as coisas fossem mais normais. E mais suaves, e mais românticas... como nos contos de fadas de verdade.
Que eu seja feliz pra nunca, então.
Mas eu bem sei que não é isso que vai acontecer... Eu já tô preparada pra me dar muito mal, pra variar um pouco. Já sei que vou tomar decisões erradas, por medo. E sabe de uma coisa? Acho até que quem vai sair ileso é você. Sempre foi mais forte que eu, mais preparado, apesar de disfarçar bem uma inocência quase infantil.
Eu já tô me magoando, meu coração ta machucado e as feridas não param de sangrar. Não é culpa sua, nem de qualquer outra pessoa além de mim.
Sozinha, eu fiz muita gente chorar, desfiz laços, senti medo de até onde eu poderia ir com tanta confusão.
A verdade é que eu me confundo, e acabo levando muita gente comigo pra esse turbilhão de sensações, sentimentos, medos, infortúnios, mágoas e tristeza.
Concordo que cada um tem que ficar com quem se sente bem, com quem ama. Mas isso nunca vai acontecer naturalmente, nunca vai acontecer suavemente, nunca vai acontecer sem turbulências se eu for uma das pessoas envolvidas. Esse conceito de amor romântico onde o mocinho salva a mocinha e vivem felizes para sempre nunca existirá pra mim...
Nos meus contos de fadas, as mocinhas são doidonas, bebem pra caramba, se envolvem com mais de um mocinho, com outras mocinhas {e às vezes até com o vilão}, e se sentem bem assim; superficialmente bem.
O problema está em querer que as coisas fossem mais normais. E mais suaves, e mais românticas... como nos contos de fadas de verdade.
Que eu seja feliz pra nunca, então.
domingo, 5 de abril de 2009
Resultado: 11 pontos
Você tem um nível de inteligência um pouco acima do normal. Provavelmente já desconfiava disso, mas agora está comprovado. Você está entres os 20% de pessoas com inteligência acima da média. Parabéns, pois falta pouco para se tornar um gênio.
Teste a Sua Inteligência
Oferecimento: InterNey.Net
Você tem um nível de inteligência um pouco acima do normal. Provavelmente já desconfiava disso, mas agora está comprovado. Você está entres os 20% de pessoas com inteligência acima da média. Parabéns, pois falta pouco para se tornar um gênio.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
"Paradoxalmente contraditório"
Eu preciso de silêncio e solidão, mais do que nunca. Sinto que quanto mais isolada eu ficar, melhor pra mim.
Mas ao mesmo tempo a idéia de reclusão me irrita e me afeta. Meu presente é esse: clausura. E veio embrulhadinha, bonitinha, até brilhava. Veio disfarçada de promessas de amor, de zelo e de cuidado, mas com o tempo eu percebi que era só uma prisão.
Quanto mais tempo fico sozinha, melhor me sinto. Quanto melhor me sinto, pior pra mim.
Prazer, paradoxo.
Ou contradição, pros mais íntimos.
Mas ao mesmo tempo a idéia de reclusão me irrita e me afeta. Meu presente é esse: clausura. E veio embrulhadinha, bonitinha, até brilhava. Veio disfarçada de promessas de amor, de zelo e de cuidado, mas com o tempo eu percebi que era só uma prisão.
Quanto mais tempo fico sozinha, melhor me sinto. Quanto melhor me sinto, pior pra mim.
Prazer, paradoxo.
Ou contradição, pros mais íntimos.
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