Repreensivelmente feliz, como se não tivesse magoado alguém há algumas horas...
É uma sensação de alívio, como se tivesse tirado um peso das costas, uma corda do pescoço, um incômodo da consciência.
E máscaras caíram, feito a chuva que prometia fazer o dia de hoje ser melhora pra mim, mais bonito talvez, cheio de cinza e de cinzas do meu coração espalhadas pelo ar, desfeitas pela água da chuva que veio carregando tudo o que vinha pela frente. Não sei não, mesmo sem ela, o dia foi sordidamente bonito. Nem o vi passar.
Irrevogavelmente triste, como se tivesse perdido um pedaço de mim...
É uma sensação de extravio, como se tivessem me roubado uma jóia de valor inestimável, e que nunca mais eu a fosse achar.
E máscaras caíram, mas revelaram um rosto tão mais compassivo, sujeito a errar, coisa que antes nunca se pensara por aqui. Não sei não, acho que vou mesmo me arrepender, chorar de saudade, ocultar muitos desejos... Nunca mais o verei voltar.
A impressão que eu tenho é de dever cumprido. De alma limpa.
Mas dói.
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