sexta-feira, 11 de setembro de 2009
um todo de tudo, a vida.
É mais... muito mais.
Além de qualquer coisa que você consiga ver; vai mais longe, mais belo e mais profundo.
Achar que tudo se resume ao que você me impõe é a ratificação de que não sabe ver o todo de tudo.
O tudo que você quer, é pouco comparado ao que aspiro. O todo que você vê, é menor do que a metade do que sinto.
... acho que nunca vai perceber que é vazio e triste o seu querer, que mais do que você já tem, você precisa merecer ter.
Essa coisa que você julga perfeita, pra mim se desfaz, ensossa e frágil, pois se torna mais superficial a cada dia. Eu falo de sentimentos, de sensações... Falo de uma grande contemplação de espírito, falo de saber, de querer conhecer, se dar e às vezes se permitir receber.
Trata-se de proporcionar o alimento e o necessário pra vida, mas o alimento não engorda e o necessário não é tão sobejo e supérfluo, não excede a linha da perfeição lúdica, ilusória e esquisita.
A vida não é isso, meu rapaz: ter um emprego, uma namorada e uma guitarra elétrica. É preciso relacionar-se, entregar-se, e entender a subjetividade hostil que confronta com o companheirismo do tudo.
O tudo, forma o TODO, que você não sabe enxergar.
De vários todos se pinta um tudo, e a partir daí se formam gotas coloridas de todo, que se juntam e escrevem novamente... TUDO!
Não, não acho mesmo que seja assim, a vida.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
apagou e acabou.
Acho que agora eu tô muito muito esquisita, e muito muito confusa e com muito medo. Mas é com tudo, a vida anda me assustando muito; acabo descontando nas pessoas... Foi mal.
É muito complexo pra eu falar assim... e eu também não saberia explicar, mesmo se estivesse perto de você.
Mas é a vida, cara. Está cada vez mais desanimadora; E é meio como se as coisas que acontecem, as pessoas, tudo! É como se tivessem me murchando, me engolindo, sei lá; eu to me sentindo muito pequena comparada ao resto. meio invisível, meio ignoravel, meio esquecível, meio descartável; cada um me diminui de um jeito, cada situação me amassa de um jeito, e eu só to diminuindo... é mais ou menos isso.
a p a g a n d o ...
Isso! eu devo estar apagando.
Era essa a palavra que eu queria, mas não me lembrava; mas o legal é que eu não tô desesperada. Eu quero mais é que aconteça mesmo! Vai ver que quando reacender, se é que reacende, seja uma luz mais forte, porque essa aqui já não me ilumina mais.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
emvão.
Pra que é que eu tive que retornar ao mesmo lugar? Se eu sempre dei o melhor de mim, e isso devia contar.
Mas não conta, não contou e nunca vai contar... Nessa terra, te julgam pelo que você irremediavelmente é, e nunca podem abrir os olhos às coisas que você ainda pode ser, e fazer com seu esforço.
É triste. Estou triste;
Parei novamente, descobri que não vale mesmo a pena. Porque quando se vai atrás de uma coisa mais veloz do que você, o máximo que se pode conseguir é o cansaço e as dores por correr em vão;
quarta-feira, 22 de julho de 2009
amém
É mesmo assim, que eu caia e não levante mais, e que você continue aí, vivendo. Que essa náusea nunca passe, que essa cólica mental me mate e que você seja feliz.
amém.
foda-se eu, foda-se VOCÊ.
"Quem diz que me entende, nunca quis saber"
- Renato Russo
terça-feira, 14 de julho de 2009
me afastar
como se tivessem algum direito sobre meus atos e sentimentos, como se pudessem fazer com que eu me sinta ainda mais culpada.
eu não disse que te amo, não disse mesmo.
acho até que faz tempo que não digo assim, de sopetão; mas pensei que não precisasse, pensei que soubesse; inocentemente acreditei que minhas atitudes falavam muito mais alto que qualquer frase cotidiana e corriqueira, mas estava enganada;
se quer saber, eu te amo [pra] caralho!
... e é por isso que eu preciso me afastar.
E isso lá é coisa que se diga pra mim? Sabendo que sou o que sou, sabendo as voltas que ja dei, os desertos que caminhei sozinha, as brigas que ganhei e as vidas que perdi?! É cabível dizer esse tipo de coisa pra mim? Me diz... é?
É difícil entender que eu só preciso de um abraço, de ouvir um 'euteamo' bem dito, e que enxuguem as minhas lágrimas [caso eu as deixe mesmo rolar]?
Deve ser mesmo, muito difícil entender; essas e tantas outras coisas.
É difícil me entender, porque eu não sou tão decifrável assim, não sei ser como um livro aberto pra qualquer um chegar e ler...
Deu pra entender??? - Não né? -
Eu já suspeitava que não... Me entender não é tarefa fácil, creio até que seja o mais perto possível do impossível.
Entender o porque de eu ainda insistir em coisas tão antigas, e desprezar prazeres novos; É difícil entender porque eu sempre acho que tudo vai dar errado, e que é melhor parar de ouvir meu coração; difícil entender...
MUITO DIFÍCIL ENTENDER!!!
Mas a dificuldade de entendimento em si, não vem de você[s]; é bem aqui, dentro de mim que se hospedou a tal filha da puta. E a culpa é toda minha, que falhei na intenção de explicar. E assim, por mero acaso do destino, dificultou e/ou impediu as suas árduas [e inúteis] tentativas de entender...
quinta-feira, 25 de junho de 2009
tem sido difícil.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Assinado eu
Passado o passado, acho que eu mesma esqueci o tom.
Mas sinto que eu te devo sempre alguma explicação.
Parece inaceitável a minha decisão. Eu sei.
Da primeira vez, quem sugeriu, eu sei, fui eu. Da segunda quem fingiu que não estava lá, também fui eu.
Mas em toda a história, é nossa obrigação saber seguir em frente, seja lá qual direção.
Eu sei. Tanta afinidade assim, eu sei que só pode ser bom. Mas se é contrário, é ruim, pesado e eu não acho bom.
Eu fico esperando o dia que você me aceite como amiga, ainda vou te convencer. Eu sei.
E te peço, me perdoa, me desculpa que eu não fui sua namorada, pois fiquei atordoada, faltou o ar.
Me despeço dessa história e concluo: a gente segue a direção que o nosso próprio coração mandar, e foi pra lá.
Tiê.
terça-feira, 16 de junho de 2009
[in]abalável
Eu chamaria de misto. Aliás, composto de sensações e sentimentos.
Culpa, alívio, alegria, amor, frio, gana, desejo, saudade...
Talvez eu seja a pessoa que mais se perde ao tentar descrever o que há no mais profundo de seu ser, talvez eu seja a pessoa que melhor conhece o que não pode expressar. É, talvez;
O inverno veio, entorpecendo os rostos, deixando roxas as pontas dos dedos, mas aqueceu meu coração. Fez de mim uma pessoa melhor, e isso é um fato! Só não percebe quem não quer.
Me responsabilizei por meus atos, e até pelos que nem eram meus, coloquei pontos finais em histórias que parafraseei por meses, tanto que achava não ter mais fim.
Fiz a coisa que julguei certa, apesar do vazio que me trouxe, e de ter que aprender a segurar as pontas dessa solidão sem mais nenhuma ajuda.
Libertei um coração tão jovem, e tão cheio de vida, e tão divinamente meu... foi muito difícil vê-lo voar com as próprias asas, e por ventura não mais ter que precisar de mim. Pior ainda, foi me ver com as asas machucadas, e esperar que a recuperação venha com o tempo, aceitar que não terei mais um tipo de antídoto, uma máquina de sorrisos, um ombro, uma vida que eu julgava minha.
Mas é libertador! Salvei-o das minhas lamúrias. Desobriguei-o de uma certa escravidão, de uma angústia que poderia durar anos e anos, pra ambos. Dei fim, simplesmente assim.
Talvez eu seja a pessoa mais dramática e pungente que conheço, afinal, as coisas começam e terminam todo o tempo, pessoas vêm e vão de nossas vidas todos os dias, e cabe a nós saber por quem sofrer. E nesse caso não é sofrimento, é só saudade. Mas uma saudade dolorida e acompanhada de uma enorme aflição ao perceber que nessa noite fria de inverno, eu poderia estar em outro lugar, fazendo outras coisas;
Mas cá estou: no escuro; sentada em frente ao computador; com uma enorme vontade de fumar. Um choro agarrado na peito, que não passa da garganta, não quero deixa-lo sair, [seria fraqueza demais, e eu me descobri forte e robusta, inabalável até. Me entendo como alguém que sabe fazer escolhas e conviver com elas] afinal, depois de tanto tempo consegui fazer a 'coisa certa'.
Estou alegre, pode acreditar em mim, chateações pequenas não conseguirão acabar com o que construí com custo e suor...
E não me importa, as coisas sempre hão de se encaixar, e haverá sempre um outro alguém pra preencher o vazio e a saudade e até colorir mais do que você coloriu a minha vida, quem sabe. (?)
Pra que fique claro, não se trata de abandono, eu só renunciei. E foi preciso muita força, e coragem. Agora só dói, mas dor passa, assim como a vontade de ver e sentir a aura boa que me mostrava sempre; Feridas se curam, e o tempo é um ótimo remédio.
"Desejo que você tenha a quem amar, e quando estiver bem cansado, ainda haja amor pra recomeçar.
-Frejat
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Do espírito
Me tira essa vergonha
Me liberta dessa culpa
Me arranca esse ódio
Me livra desse medo."
- Renato Russo
Ando num momento Legião... Um momento que nem ouço tanto as músicas, apesar de ter todos os álbuns, trata-se de um momento específico na minha vida que de quando em quando vem, um tipo de tratamento psiquiátrico.
Faz com que eu reflita, através de músicas escolhidas pelo meu coração. Não exatamente as letras, mas a emoção que traz ouvir Renato Russo cantando, as melodias, a mensagem que me traz, nenhuma outra banda traz; é um tipo de alívio.
[segue...]
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada,
Toda bossa é nova e você não liga se é usada,
Todo carnaval tem seu fim... todo carnaval tem seu fim
E é o fim, é o fim!!!
Deixa eu brincar de ser feliz? Deixa eu pintar o meu nariz.
[...]
Pra que mudar!?!"
- Los Hermanos; Todo carnaval tem seu fim
terça-feira, 19 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Sempre sei
Mas não, não pense que isso é bom, ou que temos cumplicidade e afinidade incomuns, nós dois sabemos que não é bem assim. Estamos errando, mais e mais a cada dia; Estamos deixando as coisas voltarem ao ponto final;
Eu sei simplesmente porque sei.
Na verdade eu sempre sei. E sei porque seus atos e gestos são mecanicamente articulados, porque você já veio assim de fábrica e não quer mudar por mim.
Sou essa metamorfose, e você aí, estagnado.
é pra pensar.
terça-feira, 12 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
O fim da linha.
A liberdade a que me refiro é a de estar sozinho, lembra-se? A liberdade de manter-se remoto a qualquer percepção alheia, seja ela de gosto ou desgosto;
Declarar-me livre acarretou tremores, insônia, falta de apetite, vontade de sumir, sensação de fraqueza quase incontrolável e impotência diante dos fatos da minha vida; Tudo isso junto a uma doce solidão e um amargo desespero fazendo de mim um misto de plenitude e alienação.
Mas o que posso fazer? Nesse momento minhas mãos estão atadas, meu corpo não me obedece, e meu cérebro parou, só funcionam as lembranças, as ruins, é claro.
Ver as realizações dos que vivem ao meu redor, não me afeta em nada. Sou indiferente a eles. Talvez você chame isso de egoísmo, mas eu sei que não é. Trata-se de amor-próprio.
Logo agora, cá estou eu, sozinha! Bem aqui, sentada, com as pernas e braços cruzados em frente ao fim da linha.
sábado, 2 de maio de 2009
eerf;
Isso, junto a uma predisposição ao perigo, aliado a infindável ânsia de querer me arriscar e gozar dos riscos de ser livre. E hoje eu sei, ser livre é estar sozinho e alheio a tudo e todos. Não mais ter que depender de nenhum tipo de sentimento - seja bom ou mal - de ninguém além de si mesmo. Não me refiro a ser uma pessoa só, me refiro a estar momentânea e propositalmente sozinho;
falo de ser livre, melhor ainda, de estar liberto;
sábado, 25 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Você virou fumaça no meu peito, nicotina entre os dedos, minha marca preferida
Vou fumar você!
Enquanto o fogo queima nos meus olhos
Toda dor tem seu prazer
Respiro mais fumaça do que antes
Pra me lembrar de você vou morrendo devagar e ficando em cinzas.
Meu corpo todo pede o seu calor; mais um trago para me aquecer
Por tempo ainda resta a minha voz, e eu pretendo lhe dizer:
Que vou ter que lhe deixar pra ter ar nos meus pulmões...
Eu preciso lhe apagar de mim."
• China - Câncer
É, eu não parei.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
vigie-me.
Ainda que você esteja pouco se fudendo pra mim, eu ainda me preocupo, e quero seu bem acima de qualquer outra coisa.
Apesar de você preferir viver pelo trabalho, eu -mais que nunca - vivo por você.
sábado, 18 de abril de 2009
alívio.
Deixaram que eu visse e que eu entrasse em contato total com a realidade que me afeta e machuca.
Disfarçada pelas minhas mãos e banhada por minhas lágrimas, essa tal realidade me queima e me arranha fazendo assim com que eu sinta um inusitado e imediato alívio.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Go VEGetariAN :)
Expedito Júnior pondera, na justificação do projeto (PLS 01/09), que a legislação em vigor preocupa-se “apenas com aspectos relevantes do ponto de vista nutricional e sanitário” dos produtos, deixando de fora o detalhamento sobre itens que podem afetar a decisão dos consumidores.
Ele cita o caso dos adeptos do veganismo, que defendem, entre os seus princípios, o não consumo de produtos (roupas e alimentos) que tenham sido elaborados com matéria-prima de origem animal ou que tenham sido testados em animais. Os veganos não consomem, por exemplo, carne, peixe, mel e ovos ou produtos feitos com peles, couro, lã ou seda.
De acordo com o senador, para que esses e todos os demais consumidores brasileiros possam exercer seu direito de escolha, é necessário que tenham a informação completa sobre a composição dos produtos. Para tanto, a proposta apresentada pelo parlamentar altera o artigo sexto do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) para incluir, no rol de direitos dos consumidores, “a informação, em rótulo ou etiqueta, sobre a existência de componentes de origem animal em alimentos e roupas”.
acho válido!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Mas isso não vai me impedir, de me perpetuar;
Da forma mais verdadeira, vou fazer com que seja eterna
Mesmo não tendo mais a força que tinha antes na mente e nas pernas.
Cansa.
É por isso que me decidi
- Descansa...
é o que as vozes estão a me fazer ouvir
A vida me tirou pra dança
Mais bonita que já vi:
Dança da morte, tão sutil e sorrateira
Dança da sorte, de quem nunca viu a felicidade verdadeira
Pensei que fosse forte, pra enfrentar essas barreiras
Cortes... - vida derradeira.
me sinto com 15 anos.
Talvez chorar pra aliviar não funcione mais, talvez essas lágrimas não impressionem tanto quanto antes, você não é mais o mesmo, que me convencia de que tudo ficaria bem enfim. Hoje, é quem me condena, e aponta meus erros, erros esses que eu já tenho tanto conhecimento que não seria necessário lembrar-me, não esses; Se é pra apontar, que aponte erros novos, erros que eu desconheço, erros que talvez eu nem tenha cometido, mas não faça mais isso, não tente acalmar a minha dor com meus defeitos, com meus erros cometidos, são eles afinal a causa disso tudo.
Suas lágrimas pesam mais que as minhas, inundam meu espírito de angústia e aumentam a inquietude desse coração que bate cada vez mais lento. Peço que não chore; não chore comigo, não chore por mim, nem com as perdas, nem por saudade ou dor, você é forte, é bem maior que qualquer coisa que possa te fazer chorar; E se acaso não der pra conter as lágrimas, deixe que elas caiam com verdade, e não tenha medo nem vergonha de sentir dor, de se assumir magoado ou incapaz, essa é a condição em que me encontro, e talvez, seja por isso que optei pelo silêncio, pra que não tenha pena, pra que não tome pra si as minhas dores.
O caso é que tem que me deixar aqui, com meus dilemas, minhas angústias e medos. Vai passar, sempre passa.
RAIVA. muita raiva; e vontade de sumir, não mais te incomodar com nada.
Anseio de simplesmente parar por aqui. Seja como for.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Se um guerreiro é atingido por uma flecha, por mais que doa, ela tem que ser retirada pra que ele sobreviva.
Há certas pessoas que devem ser esquecidas.
(ou deixadas de lado por algum motivo).
Se perder no meio da selva desses sentimentos é o mínimo que poderia acontecer com alguém como eu: que não aceita as condições que a vida impõe, e que devem ser respeitadas
mas eu não sabia.
Deixei que as coisas chegassem ao ponto de não podermos mais mudar nada, ao ponto de não querer mais saber se é bom ou não pra nós, ao ponto de brincar com a vida e perder o jogo por não saber as regras.
Ao ponto final.
Pensei em fazer você feliz, talvez ser feliz também mas falhei; de novo, falhei.
E sofro. Talvez faça você sofrer também. ;~
Eu sei, não consigo mudar, mas tentei.
Dizer adeus é dor desnecessária. Vou, mas vou te amando!
A vida não acaba aqui, e nem lá, quando conseguirmos atingir seus sonhos.
As coisas acontecem e carregam circunstâncias, e elas sim, fazem o tempo... passado ou futuro.
Mas o presente é nosso e fazemos dele o que bem entendemos.
Nesse caso, uma grande confusão.
Esperar é pra quem tem tempo;
E temos.
Tenha paciência com a vida...
Texto tão antigo quanto meu amor pelo Max.
Fiz quando terminamos definitivamente pela primeira vez. Não me lembro quando, sinceramente.
fragmentos meus, retirados do meu fotolog.
Mas não vou desmerece-la por ter vindo assim, (in)fluindo."
"Nada me perturba além de uma inquietação discreta que ainda não me deixa dormir.
Tô bem, muito bem."
"eu descobri que pra mim, me sentir bem é sinônimo de poupar-me;"
"deixando que as músicas falem por mim. me limitando a isso, sim."
"É como se eu trouxesse pra você as lágrimas que nunca rolam. Aquelas que se segura pra não causar má impressão; ou ainda por vergonha, pra se fazer de durão. E essas, meu amigo, as lágrimas que nunca caem, ficam dentro de você; acumuladas, apodrecendo as coisas boas que demorastes tanto a cultivar...
Eu me sinto te tirando os sonhos, os sorrisos;
como se você perdesse tempo em vão. Te atrasando, interrompendo um fluxo, trazendo pro seu mundo as piores vibrações. {sim, eu acredito em vibrações}
Eu me sinto te amando; tanto... e chega a fazer mal.
Como se tirasse de você a energia boa que me cativou e trazendo cinza(s) pra todas as cores novas que você me apresentou."
"minha cabeça dói.
mas eu não sei se é ressaca ou (in)consciência;"
"ninguém vai entender, e a intenção também nem é explicar... trata-se apenas da exposíçao de umas idéias (loucas) que rondam meu (in/sub)consciente.
Sinto-me no meio, como fosse o centro das atenções, rodeado por pessoas de todos os 'tipos', de todas as tribos, de gostos distintos e (dis)sabores diversos... Como se cada um, a seu modo, com as mãos estendidas quisesse me puxar pra si, cada um quisesse a melhor parte de mim; Sinto-me cercada. Mas ainda estou imóvel, observando, talvez estudando a melhor saída, afinal ficar inerte às possibilidades não faz mais minha cabeça, não poderia deixar de ver que estão a procura de mim.
Não é de tudo ruim, na verdade chego a deleitar desse momento; porém chegará a hora em que alguém com uma força maior vai me levar, e isso fará com que todas as outras pessoas do círculo sofram em demasia, inclusive eu. Ainda que eu escolha o que mais me atrai, o que mais me alegra, o que mais desejo... pode ser que não seja o que é exatamente melhor pra mim, e escolhas erradas... putz, já as fiz em excesso, meio que cansei. Quero acertos, alvos, respostas. Quero alívio, sono tranquilo, flutuar e me sentir entregue. Mas entregue a quem? Ao que? Por quê?
São essas, as perguntas que me deixam ainda parada, homeopaticamente amedrontada e ansiosa, muito ansiosa. Seria bom que cada um que está ao meu redor, me abordasse com um intuito na cabeça e um agrado na mão, mas há quem nem se importe em perder, e esses são, de fato, os que mais me chamam atenção... Mulher de malandro, coração de joão-bobo, pamonha... tudo isso e mais uma pitada leve de romantismo excessivo pra acabar de fuder tudo."
"Alguém me disse essa semana, que não devemos idealizar a nossa vida toda em uma pessoa, a menos que ela seja nós mesmos. Fazer planos fulano, contar com sicrano, apoiar-se em beltrano só vai te magoar, só vai te decepcionar, porque as pessoas sempre vão embora. Ás vezes, até sem querer, mas vão. Portanto, pense, faça, planeje e crie por ninguém além de você mesmo, porque no fim, é só com isso que você vai poder contar.
Triste, né? Mas fez muito sentido pra mim."
"Alguém por favor, rebobina e paralisa a minha vida na época em que esse sorriso da foto não era tão forjado, não precisava ser forçado e era sincero, e constante?
Às vezes a gente acha que a vida é fácil, mas cada um carrega a sua cruz, e eu vejo isso tão nítido que às vezes chega a me dar náusea; porque se não bastasse a minha, ainda insisto em pegar pra mim as infelicidades alheias, as dores, as fraquezas... e absorvo. E me afundo num buraco cada vez mais fundo, que antes, tinha uma mola propulsora que me jogava pra cima, na marra, mas agora nem isso mais. Eu tô aqui, relutando em cair, porque eu sei que se eu andar mais rápido que as minhas pernas possam conseguir, eu vou cair e cair feio, e não vai ter mola que me segure. Infelizmente, eu sou assim: com fortes tendências ao fracasso e frágil a ponto de coisas mínimas que talvez pra você não faça a menor diferença, causarem em mim queimaduras {sim queimaduras enormes} no coração.
me dá um maço de cigarro, uma garrafa de tequila e wathever...
aos que se importam, eu tô bem. mas é dia sim, dia não... dia não, dia não, dia sim.
devagar vai melhorar, só que tá meio devagar demais. por mais que eu tente não me importar, as coisas tão aí, acontecendo, e eu aqui, inerte. é isso que é foda."
"Talvez eu morra me perguntando onde foi que eu errei ou o que foi que eu fiz de mal pro mundo pra que essa maré terrível não baixe.
Eu já tentei ir levando, conforme a correnteza; já tentei fingir que nada aconteceu, e até mesmo tentei "contornar a situação"... mas cara, definitivamente não dá!
Insistentes e incansáveis, os males do mundo não param de me perseguir e sei lá, eles meio que venceram.
Desde sempre, literalmente, só querem me fuder e quem me conhece bem sabe, que alguns deles conseguiram.
Merda de vida!
Bela merda de ser humano eu me tornei: idiota, trouxa, feia (de todo jeito), com medo de tudo e amarga.
Apática, inerte.
Não saber mais o que fazer é o dilema que me toma, e talvez não fazer nada seja a melhor das atitudes."
"A gente vai vivendo e descobrindo que as pequenas coisas são realmente as mais importantes.. os clichês e as normalidades cotidianas quando não utilizados fazem falta. É preciso dar valor a cada minuto vivido; é necessário sorrir sinceramente, abraçar com sentimentos puros e sentir mesmo a vibe boa que amar.
Não somente amor romântico, mas amor na sua forma mais pura, mais singela... Ame, apenas.
ame pessoas, lugares, coisas, sensações...
Permita-se amar. Esse é o canal!"
"pensar em se acostumar com situações ruins parece um tanto mazoquista, afinal porque se acostumar com o incômodo? mas a tendência é essa. e eu toco um foda-se bem grande pra tudo isso.
eu quero é mais, cara.
Aqueles ditados populares do tipo: "ajoelhou tem que rezar", "ta na chuva é pra se molhar" e afins, fazem todo sentido nesse caso.
Pisou na bosta malan, abre os dedos e sente a vibe. (y)
Enfim, problemas sem solução estão aí por toda parte, e ninguém morreu por isso. Tá, eu quase, mas não quero mais não. x)"
"eu tenho uns problemas, que tem soluções um tanto quanto práticas, mas que não dependem só de mim pra que se resolvam, isso tem me tirado o sono, tem me tirado do sério, e não tá nada bacana. ;~
talvez fosse mais fácil seguir o curso das coisas, no puro estilo 'go with the flow', mas às vezes é difícil deixar a vida me levar, porque os lugares desconhecidos onde eu supostamente chegue me assustam de certa forma, e eu prefiro, de verdade me manter na comodidade do que eu já sei manusear."
"Eu tô esquisita. Mas agora é meio que veredicto final, saca?
O famoso ou vai ou racha!
Pelo visto racha, tudo ta rachando.. mas eu prefiro assim, porque viver de incerteza é tão ruim..
se eu soubesse não teria escolhido o caminho da dúvida.
Cansaço mata, fato. E pra mim, ja deu um monte de coisa.. portanto se eu tiver um tanto estranha, se eu não agir como de costume, não se assuste..
Enquanto o meu mundo ta explodindo, eu to por aí, catando os retalhos coloridos do meu coração que rasgaram feito seda."
"Como se fosse fácil mudar o mundo sozinha... ;~
Aquela que não consegue mudar nem a si mesma; que reclama, fala mil coisas e disso não passa; Apenas fala; Não age.
Como pode querer mudar o TUDO, se o NADA a que ela se resume não se modifica? Nem com todas as guerras internas, nem com as porradas, nem com as marcas {e feridas} que a vida deixou... Simplesmente estagnou-se num estado de inércia total, onde o "parar" significa um mecanismo de defesa, uma forma de fugir do medo que a atormenta.
O mundo caindo, os olhos chorando, as mãos se afastando e ela lá, parada, fazendo exatamente nada.
NAAAAAADAAAA! essa é a palavra de ordem aqui.
Resume-se a isso: nada do que ela faça, nada do que ela pense, nada do que ela espere...
sozinha, ela nunca vai mudar o mundo!
Tá, agora explica isso pra ela."
"Eu tenho achado a vida tão monótona..
É estranho porque tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, e esse ritmo de loucura desenfreada é que já ta rotineiro. Eu quero deitar e dormir, sem pensar em uma caralhada de coisa que não me acrescenta nada de positivo.
Eu quero tirar a tensão das minhas costas. Eu quero ter vontade de dar gargalhadas de quinze minutos. Eu quero tirar essa cara de nojo do meu repertório de carasebocas. Quero me permitir sentir;ainda que seja o sentimento mais horrivel do mundo. Quero deixar de sentir medo, cara."
definitivamente.
É uma sensação de alívio, como se tivesse tirado um peso das costas, uma corda do pescoço, um incômodo da consciência.
E máscaras caíram, feito a chuva que prometia fazer o dia de hoje ser melhora pra mim, mais bonito talvez, cheio de cinza e de cinzas do meu coração espalhadas pelo ar, desfeitas pela água da chuva que veio carregando tudo o que vinha pela frente. Não sei não, mesmo sem ela, o dia foi sordidamente bonito. Nem o vi passar.
Irrevogavelmente triste, como se tivesse perdido um pedaço de mim...
É uma sensação de extravio, como se tivessem me roubado uma jóia de valor inestimável, e que nunca mais eu a fosse achar.
E máscaras caíram, mas revelaram um rosto tão mais compassivo, sujeito a errar, coisa que antes nunca se pensara por aqui. Não sei não, acho que vou mesmo me arrepender, chorar de saudade, ocultar muitos desejos... Nunca mais o verei voltar.
A impressão que eu tenho é de dever cumprido. De alma limpa.
Mas dói.
sábado, 11 de abril de 2009
errar é {des}humano.
Creio ainda que errar, ainda que pareça necessário, ainda que pareça um degrau na escada do aperfeiçoamento do caráter, seja uma forma insana de culpar alguém ou a si mesmo das burrices {a}cometidas.
Depois é só dizer um 'me desculpe' caprichado e fica tudo por isso mesmo. Aí é que se vê, que tudo o que eu disse acima cai por terra, vira fumaça.
Porra, se é pra crescer, se é pra se desenvolver como pessoa, tenha a descabida atitude de pelo menos assumir pra si que errou, tenha a maturidade de assumir as conseqüências de seus erros, e principalmente, só peça desculpas se realmente estiver arrependido.
Isso é pra mim. É um puxão de orelha que alguém tinha que me dar. E ninguém além de mim poderia faze-lo, pois sou a única que sabe a irritação incômoda que carrego por errar além da conta.
Errar é humano! Mas eu nunca me senti um deles.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
contodefadas.
Mas eu bem sei que não é isso que vai acontecer... Eu já tô preparada pra me dar muito mal, pra variar um pouco. Já sei que vou tomar decisões erradas, por medo. E sabe de uma coisa? Acho até que quem vai sair ileso é você. Sempre foi mais forte que eu, mais preparado, apesar de disfarçar bem uma inocência quase infantil.
Eu já tô me magoando, meu coração ta machucado e as feridas não param de sangrar. Não é culpa sua, nem de qualquer outra pessoa além de mim.
Sozinha, eu fiz muita gente chorar, desfiz laços, senti medo de até onde eu poderia ir com tanta confusão.
A verdade é que eu me confundo, e acabo levando muita gente comigo pra esse turbilhão de sensações, sentimentos, medos, infortúnios, mágoas e tristeza.
Concordo que cada um tem que ficar com quem se sente bem, com quem ama. Mas isso nunca vai acontecer naturalmente, nunca vai acontecer suavemente, nunca vai acontecer sem turbulências se eu for uma das pessoas envolvidas. Esse conceito de amor romântico onde o mocinho salva a mocinha e vivem felizes para sempre nunca existirá pra mim...
Nos meus contos de fadas, as mocinhas são doidonas, bebem pra caramba, se envolvem com mais de um mocinho, com outras mocinhas {e às vezes até com o vilão}, e se sentem bem assim; superficialmente bem.
O problema está em querer que as coisas fossem mais normais. E mais suaves, e mais românticas... como nos contos de fadas de verdade.
Que eu seja feliz pra nunca, então.
domingo, 5 de abril de 2009
Você tem um nível de inteligência um pouco acima do normal. Provavelmente já desconfiava disso, mas agora está comprovado. Você está entres os 20% de pessoas com inteligência acima da média. Parabéns, pois falta pouco para se tornar um gênio.
Teste a Sua Inteligência
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
"Paradoxalmente contraditório"
Mas ao mesmo tempo a idéia de reclusão me irrita e me afeta. Meu presente é esse: clausura. E veio embrulhadinha, bonitinha, até brilhava. Veio disfarçada de promessas de amor, de zelo e de cuidado, mas com o tempo eu percebi que era só uma prisão.
Quanto mais tempo fico sozinha, melhor me sinto. Quanto melhor me sinto, pior pra mim.
Prazer, paradoxo.
Ou contradição, pros mais íntimos.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Entrada para raros, saca?
E nesse momento, se esse mundo existisse, eu sei muito bem quem eu levaria pra lá. E sei exatamente o que eu faria. Seria legal, seria bonito.
Cigarros, muitos. Sem privações.
Risadas, todas e algumas mais, sorrisos e lágrimas de alegria. Tocaria 'Stick with you' das Pussycat Dolls, e eu não enjoaria nunca de ouvir essa música chata.
Belas mãos, talento que faz falta, e eu escutaria coisas lindas, sem saber que são tão lindas assim.
Seria assim, simples e puro.
Mas a realidade paralela não existe, não enquanto eu estiver de cara. E é assim que eu pretendo estar. Sober total!
Não posso alterar a ordem dos fatores, não posso maltratar mais corações, não posso jogar nada mais pro alto, e principalmente, não posso, nunca mais me arrepender... coisa que tenho absoluta certeza de que vai acontecer de novo, e de novo, e de novo...
Porque eu sou a garota que sempre toma decisões erradas.
'You know how to appreciate me, I must stick with you my baby'
... no meu universo paralelo.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Quando você olha no espelho e não se sente bem?
O que deve ser feito? Troca-se a roupa. Simples assim!
O meu problema é que eu não uso essa fórmula:
Roupa ruim + desgosto em frente ao espelho = troca de roupa.
Aliás, até uso, mas com outros elementos na equação;
Seria mais ou menos o seguinte:
Pessoa ruim + desgaste emocional = troca de parceiro.
Não ligo pra moda, e dane-se as roupas. Eu sou maluca!
E péssima em matemática.
sexta-feira, 20 de março de 2009
E reconheço que procurei adquirir enfermidades e moléstias ao longo da vida, reconheço que facilitei, e que agora não posso culpar ninguém além de mim.
Encontrei um motivo real pra procurar curas, mas a regeneração não pôde ser completada; antes mesmo de entrar em estado de convalescença a emenda não se concluiu.
Convalesci.
E sei que a recaída poderia não ter acontecido, sei que se eu esperasse um pouco mais e continuasse usando os remédios ou drogas {lícitas ou não} imaginárias da alma, nada disso teria acontecido.
Recaí.
E agora vou ter que recomeçar.
Eu deveria então acumular esperanças de um dia ainda dizer...
Sobrevivi?
terça-feira, 17 de março de 2009
Coffee break
A escuridão começou dentro de mim. Talvez o dia esteja lindo lá fora e eu não vi; As pontas dos meus dedos estão geladas, minha cabeça dói. Deve ser saudade.
É, talvez o seja.
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Não, eu não gosto de café.
É que em inexatas 31 horas tirarei definitivamente o hábito de fumar da minha vida. Não é só porque todos me pedem, não é pelos problemas que eu posso vir a ter futuramente que abalarão minha saúde, nada disso... Vou parar porque preciso, porque não me vejo em condições financeiras, nem físicas, nem psicológicas de manter esse vício. Têm me feito mal, apesar de sentir um enooooooorme prazer fumando, não nego.
Decidi então colocar o café como substituto. O gosto é horrível, causa mal hálito, insônia, mas fiz um teste e o café supriu um pouco a ansiedade que eu tenho, ansiedade essa que me dá vontade de fumar. Logo, assim será.
Tomara que eu não crie o hábito de ficar tomando café o tempo todo, dentes marrons são totalmente fora de moda.
E não, eu não gosto de café. Mas tomo.
{assim como não gosto de tantas outras coisas que tenho que engolir.}
sexta-feira, 13 de março de 2009
Mas é verdade, não sei.
Não sei e nem quero saber, porque quando sei, me torno frágil e tão frágil que chego a ser fortemente influenciada por coisas e sensações que nem sempre são boas pra mim. Prefiro assim, sem saber, como fosse surpresa essa vida!
Ainda que nem sempre o sobressalto seja agradável, ainda que a reserva que nos fez o futuro seja num lugar não muito cômodo, acho melhor, acho mais justo.
Fiquei tanto tempo vivendo a mercê dos meus caprichos sentimentais e psicológicos que acabei esquecendo como é bom deixar a vida acontecer.
É por isso que quando você me pergunta o porque desses olhos marejados, não sei dizer.
E não busco mais mergulhar nesse mar dentro de mim...
Pra quê?
Pra quê ir tão fundo se posso contemplar tudo daqui?
- Às vezes é melhor não sentir. Às vezes é melhor só observar, porque com a mesma intensidade que a onda traz, ela leva.
E tudo vai, à medida que vem. E tudo nasce, na mesma proporção que morre.
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Esse negócio de beleza é tão relativo, tão (im)pessoal, tão sujeito a mudanças que não me conformo em me sentir incomodada por esse conceito tão trivial.
Confesso que nos últimos dias tenho me sentido feia, torpe, estranha...
Mas que diabos de pessoa eu sou, que vem aqui desde o início exaltar essa tal de 'beleza do estranho' e quando me sinto assim, fico mal?
Difícil dizer, ainda mais se tratando de mim, uma montanha russa de sensações, as quatro estações do ano, cores quentes e frias, guitarras distorcidas e solos de violino, tudo isso, todos os opostos distraindo uns aos outros, dentro de um só coração, de uma só alma.
Não teria alternativa a não ser a confusão, não é mesmo? Sim, sou a confusão vestida em trajes humanos. Confusão Mental;
Tanta {confusão} que fugi ao tema que aqui me trouxe nessa sexta-feira 13.
Eu dizia...
Que não posso defender uma coisa a qual eu não sei dominar, não posso vir aqui e dizer que nem tudo precisa seguir ao padrão pra ser bonito, se eu, que sou adversa a padrões me rebaixo e relaxo nessa situação. Não sou igual, e isso é bom pra mim, só preciso processar melhor essa idéia e me libertar dessa sensação monótona de subestimação em que me enfiei.
Afinal, o belo está nos olhos de quem vê.
E o que é estranho pra você, é muito, mas muito bonito pra mim.
ficadica.
fim.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Não é um post reclamão como os outros, nem deprimido, menos ainda insatisfeito. Só vim dizer que nada mudou, e acho que não vai mudar. Apesar das transições positivas que vejo ocorrer por aqui, e a preguiça {ou medo talvez} de enfrentar a vida e os problemas que vem acoplados a ela, e essa enorme contradição.
Hoje, o álcool faz mais sentido, a fumaça do cigarro tem razão de ser... o amor veio, melhor dizendo, retornou e eu me sinto muito bem.
Muitas promessas, {não / mal} cumpridas e a vida vai passando, e a gente vai levando, até que se chega à velhice e morre-se.
Isso é viver.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
sábado, 31 de janeiro de 2009
Círculo Vicioso II
O círculo se abriu, não há como negar, mas esticando, fizemos dele uma linha tênue e reta, e vamos trilha-la juntos, não cometer os mesmos erros de outrora e ter o futuro mais lindo que esse mundo já viu. A história de amor mais inteira que eu já vi, mesmo com tantas lacunas, mesmo com tantos desencontros... Vejo agora, que estava errada quando disse que não dava mais, pois tudo acontece na hora certa. E a nossa hora é agora.
Só vim dizer que amo, sempre amei, e sempre vou amar. Que dói demais ficar distante e que se depender de mim, aquele 'pra sempre' que pra nós nunca existiu, é pouco pra nós.
Ah Deus, como eu gosto de me enganar, como adoro a sensação de saber que a vida me passou e perna e eu estava errada, como é bom, como é bom.
Aquele nunca mais já não tem mais espaço por aqui, minha vida foi tomada por tons de cinza e prateado e aquelas cores que iam e vinham, enfim se tornaram menos nítidas e me deixam ver melhor cada detalhe do estranho que se torna belo a cada dia.
Sabe aquela solidão? O sentimento de perda, de fragilidade, de incapacidade... morreram todos.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
O que me impressiona é a rapidez com que esses laços viram cordas, amarras e nós. A gente acaba se enforcando, amarrando as pessoas, se enroscando a gente que nem sempre é boa companhia {tudo bem, ninguém sabe o que é bom pra nós na verdade}. O ser humano é possessivo e doentio, faz dos laços mais bonitos, as cordas mais fortes e acabam com suas vidas, com a vida de seus próximos e a tendência é que a cada dia, os laços dêem lugar às cordas, e as cordas dêem lugar aos pescoços degolados, aos corações dilacerados, às lágrimas de sangue e ao terror.
Como um círculo vicioso.
Círculo Vicioso I
Eu já tentei de todas as formas possíveis e existentes fingir que não sinto nada, que pode ser assim, até porque nunca quis te pressionar; te conheço bem, e sei que odeia cobranças, reclamações... estou aqui como posso, caindo aos pedaços, coração na mão quase escorregando pois me falta força pra segura-lo; E não nego, pensei sim em desistir.
Mas basta te ver, te ouvir. Basta seu cheiro, as lembranças e tudo se esvai... o tempo, a mágoa, a outra.
[Não, não é amor. É isso. Isso o que? É tudo!
Tudo que eu tenho e tudo que eu entrego a você, é mais que vontade, é dever.
Você sabe, pois me conhece bem também, que sou desesperada, apavorada! Que desejo respostas e resoluções urgentes, odeio esperar, detesto depender de outros pra resolver as minhas coisas... E chegou ao ponto de a minha vida se basear nisso. Isso o que? Tudo poxa.
Tantas coisas que não cabem, não processam, não se explicam. Chego a crer que nada aqui tem muito sentido. É, certeza. Não tem nenhum sentido isso aqui.]
{voltando ao início...}
Pensei em desistir, mas não posso, por uma série de motivos não tão óbvios assim. Sabemos que não é a primeira vez que a distância, os sentimentos ruins, outras vidas se cruzam com as nossas, e todas as outras vezes conseguimos fazer com que isso superasse tudo. Será que dá pra ser igual? Será que dá pra ser agora?
Não né?! Acho que alguém no litoral achou um jeito de abrir o círculo e mudar a rota do vício. Não é mais vicioso, não é mais a esfera de coisas boas que tínhamos.
Nunca! Mais. ;/
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
seca
Ver que tudo poderia ser diferente se não fosse por esses sentimentos maus, me magoa, me machuca...
Tive que ver você sob efeito de entorpecentes, tive que te deixar ir, mas a vontade era te prender, te trazer pra casa e te fazer dormir.
Infelizmente, eu não vou dormir {como há muito tempo ocorre} e nem você.
Pois vá, viva! Foi tudo que te desejei desde o final;
Cuide-se. E não esqueça que te amo.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Se arrependimento matasse...
Pra onde, não se sabe; a quem, menos ainda.
É uma sensação e se basta por assim ser.
É um sentimento, talvez, que se funde com saudade, e não cessa.
Nem passa. Fica.
P E R S I S T E.
E se esquece...
não se esvai, não se interrompe, não morre.
